domingo, 19 de abril de 2015

As Polacas no jornal israelense Haaretz

Eles vieram para a América do Sul da Rússia, da Polonia e da Galiza, e esperava que eles pudessem sustentar as suas famílias deixadas para trás. Logo encontrou-se trabalhando na prostituição. As polacas foram vítimas de tráfico humano ou iniciativa tomada pelas fortes mulheres?  Eliran Arazi, 2015/04/16 06:00



Tradução: Cemiterio de Prostitutas Judias. Funeral the polacas cemitério no Rio de Janeiro, 1934. Zeevi Ghivelder: "lutou para manter seu judaísmo". Foto: Arquivo Geral da Cidade do RJ. 


O jejum Hndikan Pin Mir", dedicada à situação Yiddish "nosso justo", uma legenda que aparece em um cemitério na Polónia ou a Lituânia, mas em um cemitério coberto de samambaias tropicais no Rio de Janeiro, nos pobres Ainaumh, sob o olhar atento da guarda dos traficantes de drogas da favela "Right molhado" (Rato Molhado). Este é o cemitério de "Associação de Beneficência do sepultamento e da religião judaica", e ao contrário do cemitério judaico após a cidade, muito maior, que está em Kaza e ainda ativa, este cemitério enterrado mais justo, justificará a esmagadora maioria dos 800 mortos são mulheres, e muitos deles Uma pago para a lápide do outro, deixando uma inscrição modesta - "a sua irmã, Sarah" ou "saudade de suas irmãs." Outra diferença entre as duas casas ... [Para mais: http://www.haaretz.co.il/magazine/.premium-1.2614772]

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