domingo, 8 de novembro de 2015

Em Paz - o curta de Clara Linhart

Hoje, 8/11/2015, às 21h no Odeon, a possibilidade de assistir 


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Visita: momento histórico


Durante o Seminário Connectionsorganizado pela ARI, aconteceu a visita hoje (15/5/2015) ao Cemitério Israelita de Inhaúma, com a presença de alunos do Eliezer Max e o Kaddish rezado pelo Rabino Reuben Sternschein, da CIP. 



video
Fotos: Bia Kushnir e Carla Habif


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domingo, 19 de abril de 2015

As Polacas no jornal israelense Haaretz

Eles vieram para a América do Sul da Rússia, da Polonia e da Galiza, e esperava que eles pudessem sustentar as suas famílias deixadas para trás. Logo encontrou-se trabalhando na prostituição. As polacas foram vítimas de tráfico humano ou iniciativa tomada pelas fortes mulheres?  Eliran Arazi, 2015/04/16 06:00



Tradução: Cemiterio de Prostitutas Judias. Funeral the polacas cemitério no Rio de Janeiro, 1934. Zeevi Ghivelder: "lutou para manter seu judaísmo". Foto: Arquivo Geral da Cidade do RJ. 


O jejum Hndikan Pin Mir", dedicada à situação Yiddish "nosso justo", uma legenda que aparece em um cemitério na Polónia ou a Lituânia, mas em um cemitério coberto de samambaias tropicais no Rio de Janeiro, nos pobres Ainaumh, sob o olhar atento da guarda dos traficantes de drogas da favela "Right molhado" (Rato Molhado). Este é o cemitério de "Associação de Beneficência do sepultamento e da religião judaica", e ao contrário do cemitério judaico após a cidade, muito maior, que está em Kaza e ainda ativa, este cemitério enterrado mais justo, justificará a esmagadora maioria dos 800 mortos são mulheres, e muitos deles Uma pago para a lápide do outro, deixando uma inscrição modesta - "a sua irmã, Sarah" ou "saudade de suas irmãs." Outra diferença entre as duas casas ... [Para mais: http://www.haaretz.co.il/magazine/.premium-1.2614772]

domingo, 27 de julho de 2014

Reportagem dos anos de 1980 mostra o abandono do Cemitério Israelita de Inhaúma





Que não voltemos a ver este descaso e que não permitamos que este lugar perca as suas características e função:  enterrar os sócios e sócias da Associação Beneficente e Funerária Israelita!

domingo, 18 de maio de 2014

Ainda não terminou


Tristeza ao visitar o Cemitério Israelita de Inhauma e constatar que lápides continuam quebradas e sem identificação. Solicito à Fierj - Federação Israelita - e à Sociedade Comunal do Caju - cujo presidente de ambas é a mesma pessoa - que, em uma ação definitiva como foi em São Paulo, conclua o acordado e propagando como já executado.



sábado, 5 de abril de 2014

Augusto Malta fotografa um enterro

Eu não conhecia esta foto, que me foi mostrada a poucos dias. 
É um click de 1934!

Portal Augusto Malta - AGCRJ

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Moreira Da Silva - Judia Rara


Marcos Chor Maio me fez voltar no tempo em mais de 20 anos. Entrevistei o Moreira da Silva. Foi o máximo! Na uma entrevista, de pijamas com os botões da calça abertos, perguntou a minha idade (23 anos na época) e disse que sustentava uma moça da minha idade. O apt onde morava, comprou com as jóias da Estera - a judia rara.

Judia Rara:
"Menina linda, sou maluco por você, vá dormir minha querida". O início da música de Moreira da Silva, falado em idiche (dialeto dos judeus da Europa Oriental) revela a paixão do cantor e compositor por uma polaca, uma prostituta judia, uma das judias que vieram das aldeias pobres da Europa Oriental atraídas pelas promessas de casamento e de uma vida melhor pelos "caftens" na virada do século XIX para o XX até os anos 1920, 1930. Essa migrações que ocorreram ainda na Argentina, nos EUA e outros países, geraram enormes discussões e a adoção de políticas internacionais de combate ao tráfico por parte da Liga das Nações, da Organização Pan-Americana da Saúde, entre outras. No Rio de Janeiro e São Paulo as polacas criaram cemitérios, sinagogas, caixas de ajuda-mútua. A historiadora Bia Kushnir escreveu um livro sobre o tema: "Baile de Máscaras" (Editora Imago). Eis a homenagem de Moreira da Silva à sua amada!



Estera, a Judia Rara:



sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O que precisa saber sobre Gabriela Leite?/What you need to know about Ga...



Uma singela homenagem. Nos aproximamos a partir das Polacas!
Obrigada

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Resposta da FIERJ

Ontem (25/9/13), a Fierj Federação Israelita respondeu na Coluna do Ancelmo. 

1. Não disse, como declarou a FIerj, que o cemitério está abandonado,
2. O que eu disse é que eles tem o dever de preservar o espaço. Quanto custa, não perguntei (Fiz as contas, dá menos de R$ 17 mil/mês, Não é muito!), 
3. Mas o que principalmente eu afirmei, é que eles NÃO podem querer utilizar o espaço para novos enterramentos, separando-as por uma "cerca" e "purificar" - para eles - o espaço, 
4. Quanto a isto, nada disseram. Preocupante!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Nota na Coluna do Ancelmo Gois de 23/09/2013


Nestes tempos de redefinição da relação com os cemitérios da cidade, o das Polacas precisa ficar de fora desta disputa. É um espaço tombado - portanto, de preservação histórica. A responsabilidade por sua manutenção e conservação, é e sempre será, da Fierj Federação Israelita, do Comunal do Cajú e, em última instância, da Comunidade Judaica do RJ. Não pode ser tratado como um terreno para novos enterramentos, porque ali não haverá!







sábado, 13 de julho de 2013

Que vergonha: continuam apagando "as polacas" da memória da Praça 11

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Cemitério só tem túmulos de mulheres

Vídeo com imagens (raras) do 
Cemitério Israelita de Inhaúma em 1980.
Click na foto abaixo:



quinta-feira, 4 de abril de 2013


Bernardo Kucinski, K. 2a. ed.,
SP, Expressão Popular, 2012.
Ao narrar a visita de K, seu pai, ao prédio do American Jewish Committee, em NY, nos anos de 1970, o autor sublinha (p. 60):


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Deu na Coluna Gente Boa de hoje,
numa referência ao Dia de Finados!


Jornal O Globo, Coluna Gente Boa, 1/11/2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Nada tenho com as "Flores do lodo"

Car@s amig@s,

Como muitos de vocês acompanham a minha trajetória e o vínculo ao tema das polacas, gostaria de informar que NADA tenho com a produção da peça “As polacas — Flores do lodo”, em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil. Não houve autorização minha para que utilizassem a minha pesquisa, não dei qualquer consultoria ao projeto e meu nome nem se encontra (felizmente) nos créditos e/ou agradecimentos da mesma.
Um beijo
Bia



barbara heliodora 
o globo | 20:36h | 13.dez.2011 
História mal contada
É difícil identificar qual seria a intenção de João das Neves ao organizar o texto e dirigir “As polacas — Flores do lodo”, em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, . Destituída de qualquer ideia ou ponto de vista que lhe dê organicidade, a peça se confunde, apresenta episódios que nas mais das vezes não conseguem estabelecer o objetivo de sua apresentação, misturando várias épocas de modo atabalhoado, e parecendo estar bem mais interessada em tratar de música brasileira do que do destino das polonesas e outras europeias que no Brasil encontraram na prostituição seu único meio de ganhar a vida.
Pelo que fica dito no programa, a peça deveria ser a respeito da discriminação, mas esta é muito mal apresentada, principalmente em uma cena que supostamente envolve a plateia, muito mal conduzida. Os diálogos são fracos e, nos poucos momentos em que parece que alguma postura crítica quer aparecer, o tom fica didático e desinteressante.
A encenação é pobre. A cenografia é de Helio Eichbauer, que não fez mais do que deixar o fundo preto para receber $ções e, com rompimentos feitos de cortinas, dá vaga sugestão, com uns poucos móveis, dos vários locais onde se dão os acontecimentos, mas sem uma verdadeira evocação de nenhum deles. Os figurinos de Rodrigo Cohen não conseguem estabelecer as várias $épocas apresentadas, a luz de Aurelio de Simoni é como sempre competente, porém não tem, desta vez, maior inventividade. A direção musical é de Alexandre Elias, e o texto é inundado de músicas, a maioria brasileira, que na maior parte das vezes não são justi$. A direção de João das Neves é tão confusa quanto seu texto, pois usa mais agitação do que qualquer movimentação lógica, e simplesmente não consegue fazer a peça dizer ao que veio.
O elenco é formado por Luciana Mitkiewicz, Ligia Touri$, Wilson Rabelo, Gillray Coutinho, Ivone Hoffman, Carla Soares, Alexandre Akerman, Felipe Habib, Leonardo Miranda, Maria Elias, Iléa Ferraz e Rodrigo Cohen, todos limitados em suas atuações pela falta de definição e tom do espetáculo como um todo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Polacas no Livro do Jô Soares


Foi com grande surpresa e alegria que, ao folhear a pequena bibliografia (menos de 2 páginas) que compõe o novo livro de Jô Soares, encontrei a referência ao Baile de Máscaras.

Obrigada!






terça-feira, 4 de outubro de 2011

Visita ao Cemitério Israelita de Inhaúma, 01/10/2011

A comunidade judaica visita seus mortos no domingo entre o Rosh Hashaná (Ano Novo) e o Yom Kipur (dia do Perdão). Seguindo esta tradição, anualmente visito o Cemitério Israelita de Inhaúma. Assim, com fotos de M.Gatti, temos visões do restauro das lápides e a colocação das identidades nas mesmas. 
Uma forma de acompanhar esta transformação!

















Paulina Sender, Beatriz Kushnir e Mauricio Sender.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Cemitério preserva memória de pioneiros sionistas

Cemitério preserva memória de pioneiros sionistas

GUARDIÃO DA CIDADE, COMO O PÈRE LACHAISE DE PARIS, O CEMITÉRIO DA RUA TRUMPELDOR DE TEL AVIV É UM REPOSITÓRIO DE MEMÓRIAS E HISTÓRIA, POSIÇÕES SOCIAIS, VIDAS TRUNCADAS NA MAIS TENRA IDADE E OUTRAS VIVIDAS ATÉ O LIMITE

Entre Rosh Hashaná e Yom Kippur/2011

Caros amigos,

Tenho recebido vários e-mails sobre possíveis visitas ao Cemitério Israelita de Inhaúma.
No dia 2/10/2011, domingo entre Rosh Hashaná e Yom Kippur, data em que os judeus visitam seus mortos, o Cemitério Israelita de Inhaúma estará aberto aos visitantes.
Eu devo estar lá por volta das 11h.
Segue abaixo um mapa. O endereço é Rua Piragipe, 99
Obrigada
===============
Segue um roteiro saindo da Rua Voluntários da Pátria e chegando ao Cemitério, de carro:


R. Voluntários da Pátria, 455 - Humaitá
Rio de Janeiro - RJ, 22270-000, Brasil
1. Siga na direção leste na R. Voluntários da Pátria em direção à R. Cap. Salomão
190 m
2. Vire à esquerda na R. Conde de Irajá
300 m
3. Vire à esquerda na R. São Clemente
24 m
4. Continue para R. Humaitá
1,2 km
5. Vire à direita na R. Fr. Veloso
160 m
6. Continue para Av. Vital Brasil
240 m
7. Continue para Tún. André Rebouças
3,2 km
8. Continue para Vevd. Eng. Freyssinet
2,1 km
9. Continue para Vevd. Prof. Rufino de Almeida Pizarro
4,0 km
10. Continue para Ln. Vermelha/Av. Pres. João Goulart
2,1 km
11. Pegue a saída em direção a Av. Seis
150 m
12. Mantenha-se à direita na bifurcação para continuar em direção à Av. Seis
230 m
13. Mantenha-se à esquerda na bifurcação para continuar em direção à Av. Seis
400 m
14. Vire à esquerda na Av. Seis
400 m
15. Continue para Av. Bento Ribeiro Dantas
1,1 km
16. Continue para Vd. de Manguinhos
400 m
17. Continue para Av. Gov. Carlos Lacerda/Ln. Amarela
4,2 km
18. Pegue a saída em direção a R. José dos Reis
290 m
19. Vire à direita na R. José dos Reis
350 m
20. Vire à direita na R. Piragibe
O destino estará à esquerda
170 m
R. Piragibe, 99 - Inhaúma
Rio de Janeiro - RJ, 20760-110, Brasil